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Nº 22 / Junho 2015    faceboook twitter linkedin google+
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Sua empresa está adaptada à seleção natural do meio ambiente econômico?

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Nosso diretor Claudio Sá de Abreu vem escrevendo suas reflexões sobre o atual momento econômico brasileiro e como enfrentá-lo. No artigo a seguir, com uma visão deveras darwiniana, ele fala sobre as relações trabalhistas na crise, a necessidade de se manter os talentos na empresa e o que pode surgir de positivo desse ambiente hostil.

Nos últimos dois artigos eu falei sobre maneiras de abordar a crise. Crises atraem a nossa atenção, e não podia ser diferente. No cenário atual, o aparente conforto financeiro que desfrutávamos antes, se transforma em um constante desequilíbrio, no qual contemplamos o abismo dos dois lados da corda onde precisamos manter nossas empresas todos os dias. E equilíbrio, independente do ramo de negócio, do país e da época, significa, de maneira simplória, que receitas precisam ser iguais ou maiores que despesas, preferencialmente maiores. Não há ilusões aqui.

Algumas empresas começam cortando custos onde parece possível. Renegociam com fornecedores, bancos e outros, procurando reduzir gastos onde podem, tentando manter seu pessoal, seus talentos, em casa. Isso faz sentido, porque buscar e formar talentos é difícil e caro. Formar um time, ou seja, fazer um grupo de pessoas trabalhar bem em conjunto é outra atividade demorada e onerosa que está no cerne de todas as empresas de sucesso. Porém, as leis trabalhistas no Brasil invertem essa lógica. Quanto mais tempo se mantém um funcionário, mais caro é demiti-lo. Além disso, o excesso de encargos trabalhistas, que deveriam servir para proteger os empregados, torna o custo da mão de obra tão grande que os eventuais cortes também acabam sendo desproporcionalmente grandes.

A princípio, a suposta proteção proporcionada por nossas leis trabalhistas parece boa para os funcionários, mas será que realmente é? De fato, a prática mostra que não. Como manter um funcionário mais tempo implica em aumentar o peso de uma possível demissão futura, e como o custo de um funcionário para uma empresa facilmente chega a ser o dobro do que ele recebe como salário, a menor possibilidade de crise faz os empresários começarem os cortes pelo pessoal. Essa lógica é perversa, e é exatamente oposta ao espírito das leis que as criaram.

Para tentar escapar dessa lógica perversa, o mercado se adapta. Relações de trabalho alternativas são usadas para amenizar esse efeito. Sem entrar em seu mérito legal ou jurídico, contratações como pessoa jurídica são um exemplo disso. Porém, nossas leis não admitem a possibilidade dos trabalhadores terem vontade própria, ou seja, de optarem por um regime de trabalho ou outro, dentre os vários disponíveis. No Brasil, quem trabalha não tem escolha. Só pode usar a CLT, que foi feita em 1943 para, supostamente, proteger os trabalhadores. Em nosso país, por exemplo, não é direito do indivíduo preferir trabalhar à noite, porque isso torna seu trabalho tão caro para o empregador que é financeiramente inviável. Aqui, não é sequer direito do indivíduo preferir trabalhar com horários totalmente flexíveis, porque o empregador paga mais caro sempre que o relógio passa das 20h, e muito mais caro ainda depois que passa da meia-noite.

Mas reclamar só não ajuda. Apontar as falhas é importante, porém, nós temos que conseguir maneiras de conviver com nossa legislação arcaica e, em alguns casos, até pouco inteligente, enquanto ela não evolui. Nos últimos meses, milhares de pessoas tiveram seus contratos de trabalho rescindidos no Brasil, independente do regime utilizado, e muitas outras ainda vão passar pelo mesmo problema no futuro. É uma questão de sobrevivência. As empresas estão com menos receita, com mais carga tributária, e precisam ajustar as despesas. Nossa legislação favorece a demissão como medida inicial nesses momentos. O que pode surgir de bom nisso? Milhares de pessoas qualificadas estão ficando disponíveis no mercado. Esse é um momento em que muitos salários que estavam inchados antes da crise vão se ajustar para valores mais realistas. Além disso, muitas dessas pessoas preferirão ter seu próprio negócio, apesar de todas as dificuldades inerentes a essa escolha. Outras passarão a ser consultoras, vendendo sua experiência. Se a crise durar tempo suficiente, e tudo indica que durará, soluções criativas de todos os tipos começarão a aparecer, e um processo darwiniano de depuração do mercado se iniciará. As empresas que forem mais capazes de criar e de se adaptar, consumindo o menor investimento possível, sobreviverão.
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Curtinhas da Via
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A solução não resolve? Invente outra

Um dos servidores da nossa private cloud estava estranho. Ele reiniciava ou travava sem motivo claro e de maneira aparentemente aleatória. Daí decidimos rodar um memtest e descobrimos que o teste falha.” Diante desse problema, o nosso sócio Marcelo Salhab criou um método que reduz em até 25% o tempo de teste. Veja no Blog do Marcelo como foi sua resolução, clicando aqui.
Reforço bem-vindo

O maior patrimônio da Vialink são nossos neurônios, ou seja, nossa equipe. E o time ganhou muita experiência agora com a entrada de Terezinha Medeiros na área comercial. Mais uma parceira que tem tudo para dar certo. Seja bem-vinda!
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Blog do Claudio
Blog do Marcelo
Curtinhas da Via
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Pau de selfie voador

Considerada “culpada”pelo pau de selfie, a GoPro pretende ampliar seu alcance com o lançamento de drones para câmeras. De acordo com o jornal Wall Street Journal, os drones devem custar entre US$500 e US$1.000. A previsão de lançamento é para o primeiro semestre do próximo ano. Para ver mais detalhes desse ambicioso passo, clique aqui.
Morpheus vai te pegar

Rich Terrile, cientista da NASA, agitou a semana com uma teoria a respeito do universo em que vivemos. Qual é a teoria? Segundo Rich, vivemos em uma simulação controlada por uma espécie de "programador", em uma espécie de Matrix. O poder dessa “Matrix” é tanto que ele seria capaz de controlar todas as bilhões de pessoas do planeta. Entenda os detalhes aqui.
Um belo gol do FIFA 16

O futebol feminino teve sua primeira partida internacional oficial disputada em 1972 e, desde então, revelou grandes jogadoras, como a brasileira Marta, eleita a melhor do mundo cinco vezes. Já estava mais do que na hora dessas craques estarem nos games de futebol. No FIFA 16, será possível, pela primeira vez, jogar com as principais seleções femininas do mundo. Confira aqui.
O “M” da questão

Começou na última quinta-feira (28) a edição 2015 da conferência Google I/O, voltada para desenvolvedores, mas que também serve de palco para anúncios importantes. E uma das primeiras novidades apresentadas é o Android M, que vai incorporar, por padrão, um sistema de controle de permissões bastante similar ao que é encontrado no iOS. Veja todos os detalhes aqui.
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Nerds como você nunca viu.

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